Chapéu do Presto Especial – Pantera Negra

Chapéu do Presto Especial – Pantera Negra

Bem-vindos a mais um Chapéu do Presto especial, no programa de hoje não poderia deixar e falar sobre o início da temporada de filmes sobre personagens de quadrinhos nos cinemas, estou falando de Pantera Negra. Dirigido por Ryan Cogler, que surgiu com Creed em 2015, e estrelado por um elenco de peso como Chadwik Boseman, Michael B.Jordan, Lupita Nyong’o, Martin Freeman, Forest Whitaker, Andy Serkins e muitos outros.

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Porque precisamos do Pantera Negra?

Porque precisamos do Pantera Negra?

por Daniel Baptista – Historiador e Antropólogo. Doutorando do Programa de Pós-Graduação em Antropologia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em História e Gênero (GEPEHG) da Universidade Federal do Ceará (UFC).

Há um certo tempo atrás, depois de ver todo meu entusiasmo e empolgação com o lançamento do filme “Pantera Negra”, um colega muito querido me pediu para lhe enviar um texto que fosse sobre o super-herói, seu filme e sobre as expectativas em torno deste lançamento. Me disse “Por que você não escreve sobre quem é o Pantera Negra? Muitas pessoas não o conhecem e seria bom que alguém escrevesse apresentando essa figura para o público em geral”. Concordei e pensei que seria bom fazer uma boa e detalhada apresentação. Alguns dias depois, porém, me veio de assalto as palavras, ideias, e percebi que não queria apenas apresentar o personagem: gostaria de dizer a todos que possam ler essa pequena fuga de minha rotina não “Quem é o Pantera Negra?” mas “Por que precisamos do Pantera Negra!?”.

John F. Kennedy

E por que mesmo precisamos do Pantera Negra? Revendo alguns documentários e entrevistas que tenho salvo aqui em meu notebook, encontrei duas falas instigantes que me ajudaram muito a pensar do porque precisamos desse herói. Ao longo da década de 1960, nos Estados Unidos, Robert Kennedy, irmão do ex presidente dos Estados Unidos John F. Kennedy, procurador geral dos EUA e, mais tarde, Senador pelo Estado de Nova York, falaria em uma declaração pública:

Robert F. Kennedy

“Os negros estão continuamente progredindo neste país. O progresso, em muitas áreas, não é tão rápido como deveria ser, mas eles estão fazendo progressos e vão continuar fazendo progressos. Não há razão para que, num futuro próximo e previsível um negro também não possa ser presidente dos EUA”

Não há razão para que, num futuro próximo e previsível, um negro também não possa ser presidente dos EUA”, assim falou Bobby Kennedy, considerado por muitos, um político progressista e subversivo. Progressista por defender publicamente os direitos civis dos negros em uma época em que eram negados os direitos civis mais básicos às comunidades negras, como elegerem seus próprios candidatos e votarem em quaisquer representantes que fossem. Subversivo por apoiar, também, figuras criminalizadas e hostilizadas pela opinião branca popular do período, como o reverendo e orador Martin Luther King.

A resposta mais lúcida e honesta ao comentário de Bobby Kennedy, porém, viria não de um grande orador ou vulto popular, mas de um intelectual nascido e criado no gueto do Harlem, negro e homossexual, que teve por muito tempo seu reconhecimento nublado pelos preconceitos e exclusão social: James Baldwin.  Militando pela causa negra e publicando textos ácidos e críticos sobre segregação racial, sexualidade, política e literatura, James Baldwin falaria, em um debate na Universidade de Cambridge, em 1965:

“Eu lembro, por exemplo, quando o ex procurador geral, o sr. Robert Kennedy, disse que era concebível que daqui a 40 anos poderíamos ter um presidente negro. Aquilo pareceu uma declaração bastante libertária para os brancos. Eles não estavam no Harlem quando essa declaração foi ouvida pela primeira vez. Eles não ouviram e possivelmente nunca ouvirão o riso, o desgosto e o desprezo com que a declaração foi recebida. Para o dono da barbearia do Harlem, Bobby Kennedy só chegou ontem e agora já está a caminho da presidência. Estamos aqui a 400 anos e agora ele nos diz que talvez daqui a 40 anos, se você for bom, podemos deixar você se tornar presidente”.

James Baldwin

Há exatos 44 anos da declaração de Baldwin e Kennedy, Barak Obama seria eleito o primeiro presidente negro dos EUA. Saindo da realidade para ficção, da política para o universo das HQ’s, temos, finalmente, o Pantera Negra, fazendo sua primeira aparição nas histórias em quadrinhos em 1961, em um arco denominado “The Arrival”, do Quarteto Fantástico. Depois de apresentado ao público, o Pantera só retornaria no universo ficcional da Marvel em 1966, quando, além de mostrar ao público a maravilhosa nação africana de Wakanda, ainda marcaria presença derrotando todos os membros do Quarteto Fantástico juntos. De 1966 até a presenta data, 15 de fevereiro de 2018, tivemos a aparição de alguns outros super-heróis negros como o adolescente Virgil Hawkins, que enfrentou grandes desafios como Super Choque; John Stewart, um dos membros da tropa dos Lanternas Verdes; Ororo, a mutante membro do grupo dos X-Men, conhecida como Tempestade; e mesmo as adaptações cinematográficas de Blade, o caçador de vampiros, por Wesley Snipes, ao longo da década de 1990.

Virgil Hawkins, o Super Choque

        

Ororo, a Tempestade, dos X-men

Mesmo com esse aumento significativo da presença negra no mundo ficcional, demorou, assim como no caso de Baldwin e Obama, com a questão da “presidência negra”, novamente, mais 44 anos para termos uma adaptação cinematográfica de peso voltada eminentemente para o público negro. Foi em 30 de setembro de 2016, com o lançamento da série Luke Cage, pela plataforma da Netflix, que tivemos uma produção inteiramente voltada para a questão representativa das comunidades negras nas telinhas e nos enredos super-heróicos.

Um personagem definitivamente ambíguo. Por um lado, inovador: Luke Cage foi criado na década de 1970, precisamente no ano de 1972, como o primeiro super-herói afro-americano a ter sua própria história em quadrinhos. Isso significa que ele não surge como mais um coadjuvante dos “grandes super-heróis” e nem como mais um “personagem preto à serviço dos brancos”, como foi com Falcão, um dos muitos parceiros do Capitão América. Luke Cage não é o coadjuvante. Ele é o protagonista. Luke Cage não é mais um figurante no meio dos grandes super-heróis. Ele é o grande super-herói.

Por outro lado, ele foi, em sua gênese na década de 1970, a representação dos estereótipos por si: negro, forte, musculoso, truculento, morador de gueto, ex-presidiário, impulsivo e que só sabe falar por gírias. Foi na prisão, num experimento científico ilegal feito com prisioneiros, que ganha seus principais super-poderes: superforça e uma pele impenetrável… Ele se tornou, literalmente um negro a prova de balas, o que é por demais significativo do imaginário social sobre o homem negro e sobre seu cotidiano marginal.

Mas Luke Cage foi lançado no formato serial, em uma plataforma online, 44 anos depois de sua primeira aparição em sua própria revistinha, em 1972. Com o Pantera Negra, demoraríamos, 52 anos, se contabilizarmos a partir de 1966; 57 anos, se pensarmos em sua primeira aparição.

Pensem bem, meus caros leitores: 44 anos para a aparição do primeiro super-herói afro-americano em um seriado próprio; 44 anos para a aparição do primeiro presidente negro eleito dos EUA; 57 anos para aparição de um super-herói como o Pantera Negra que, ao contrário de Luke Cage, que foi o primeiro afro-americano a conquistar super-poderes, Pantera Negra foi o primeiro super-herói negro a existir no universo ficcional dos quadrinhos. Nesse meio tempo, quantas adaptações seriais, televisivas, e cinematográficas tivemos de personagens como Super-Homem, Flash ou o Batman? Mesmo a Mulher Maravilha, que não teve uma aparição tão ostensiva quanto a de outros personagens masculinos do mesmo porte foi, assim como outros heróis e heroínas, revitalizada em novas adaptações cinematográficas contemporâneas, teve garantida menções pontuais em seriados de super-heróis masculinos (como na série “Smallville”) e suas própria séries televisivas entre as décadas de 1960 e 1970 até sua reaparição em 2017, com a atriz Gal Gadot.

Mulher Maravilha, de Lynda Carter, em 1970.

Mas o Pantera Negra não é como os outros super-heróis negros que temos visto até então: o Pantera Negra não veio dos guetos, não se expressa por gírias ou luta para pagar suas contas no fim do mês em sub-empregos no subúrbio. T’Challa, o homem negro que veste o manto do Pantera não é mais um subalterno ou personagem para cobrir lacunas. Ele é Rei. Com um doutorado em Física pela Universidade de Oxford, o personagem fictício também se consagra como um exímio inventor, um singular cientista e rei da nação ficcional de Wakanda, a nação tida como a mais avançada moral e tecnologicamente do Universo Marvel.

Podemos dizer sem maiores receios que a figura de T’Challa concentra em si grande parte do que poderíamos chamar de “imaginário social do negro ideal”: culto, respeitado, inteligente e sábio. T’Challa seria a representação de tudo aquilo que os negros, estadunidenses ou não, projetariam para si em oposição aos espaços e representações que nos foram imputados ao longo de séculos de subalternização histórica, social e imaginária. E não apenas isso: tudo dentro do universo em torno do Pantera nos parece sugestivo e representativo. Wakanda, a nação fictícia africana foi o único reduto do continente africano que nunca foi colonizado, seja pelo branco ou seja pelas nações vizinhas; Ulisses Klaw, um dos principais vilões do Pantera e de Wakanda, é um Europeu oriundo da Bélgica que teve uma de suas mãos arrancadas, nos quadrinhos, pelo próprio T’Challa. Klaw (que significa “garra”, em inglês) ganha a vida tentando não apenas invadir o país nunca antes conquistado, mas traficando o minério fictício do Vibranium, uma das matérias primas mais importantes na confecção de armas e aparatos tecnológicos dos super-heróis, fazendo uma referência literalmente clara e direta à colonização Belga no Congo, conhecida historicamente como um dos regimes coloniais mais truculentos da História, onde a moeda de troca que movimentava o mercado interno era as mãos dos nativos que não alcançavam as taxas de produções desejáveis.

Ulissys Klaw, o vilão Belga de “Pantera Negra”.

Rei, guerreiro, cientista, diplomata, rico, intelectual, influente, governante de uma nação nunca antes conquistada, Wakanda, o país africano ideal. T’Challa, assim, reúne em torno de si e de seu universo tudo aquilo que negro contemporâneo no mundo ocidental sonharia em ser, em uma utopia ou projeção anti-colonialista, onde a colonização fracassou e a África venceu.

Colonizador Belga ao lado de nativos com suas mãos amputadas, Séc. XIX.

Mas, afinal de contas, por que precisamos do Pantera Negra? Por que precisamos de filmes e produções que destaquem e ressaltem a presença negra e tenham negros e negras como público alvo? Bem antes das grandes produções cinematográficas que conhecemos e do debate em torno da participação massiva dos negros e negras nessas mesmas produções, no início dos distantes anos de 1910, nos Estados Unidos, Jack Johnson se tornaria o primeiro campeão mundial dos pesos pesados negro da história do boxe moderno. Encontrei sobre sua história em minha pesquisa de mestrado, ao estudar sobre a relação entre a prática de esportes de combates e a presença de atletas majoritariamente negros.

Jack Johnson, primeiro negro Campeão Mundial dos Pesos Pesados, em 1908

Ele costumava ser extremamente contestador e uma figura irreverente aos padrões da época, frequentando espaços que outras pessoas negras não podiam frequentar. Comprava vinhos caros e os tomava de canudinhos e convocava toda a imprensa para vê-lo treinar. Quando os repórteres apareciam, ele estava em seu centro de treinamento, semi-nu, causando horror em seu público com seu pênis envolto em gazes. Finalmente, um repórter, cansado de suas provocações públicas lhe pergunta: “Qual o motivo de tanta hostilidade? Qual o motivo de tantas agressões?” e Jack Johnson lhe responde de maneira simples, porém impactante: “Eu sou negro, e vocês nunca deixaram eu me esquecer disso. Eu sou Negro e nunca vou deixar que vocês se esqueçam disso”.

E é exatamente por isso que precisamos de heróis e heroínas como Pantera Negra, Tempestade, Super Choque, Blade e tantos outros: porque a presença de suas narrativas nos mostram que é possível criar histórias diferentes, positivas e contestadoras sobre a figura e representação das pessoas negras; porque a presença desses personagens denunciam nossa ausência ainda gritante de tantos espaços físicos e imaginários dos quais somos não apenas indesejados, como também apagados; porque a presença dessas figuras e de suas histórias servem para lembrar a todos que nós somos negros e ninguém nunca deixou que esquecêssemos isso, porque somos negros e estamos aqui, hoje, para nunca deixar que todos vocês esqueçam disso. Vida longa ao Rei! Wakanda Forever!

 

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Cloverfield Paradox

Cloverfield Paradox

Quando Cloverfield surgiu em 2008, o filme do criador de Lost chamou muita atenção por misturar dois subgêneros do cinema: filmes catástrofes com found footage. Devo confessar que não gostei, o grande atrativo era o desconhecido e a tentativa de sobrevivência daqueles personagens que festejavam em um apartamento e tiveram sua comemoração atrapalhada por um monstro gigante aparecendo em Nova York.

Não me afeiçoei com os personagens e a câmera tremida e confusa não me agradou em nada. Anos mais tarde aquele filme retorna ao cinema com uma nova proposta, as câmeras na mão acompanhando uma corrida desenfreada por uma metrópole sendo destruída deu lugar a um abrigo antinuclear liderado por um homem muito suspeito. Desta vez acompanhamos uma garota supostamente salva por pelo dono do abrigo que fala sobre como o mundo fora do subterrâneo acabou.

Filme claustrofóbico, focado em apenas três personagens dos quais nenhum merecia confiança. Para mim um filme muito mais envolvente e interessante que o primeiro, mas que ganharia muito se não levasse o nome Cloverfield, pois o nome já é um spoiler de que algo realmente aconteceu fora do abrigo. O impacto para mim também não foi tão grande, pois poucos dias antes eu havia assistido um episódio da série Metal Hurlant com a mesma trama.

E então chegamos em 2018, J.J.Abrams finalmente lança o terceiro filme da, agora, franquia: Paradox. Trama cercada de mistério que surpreendeu por não ser lançada nos cinemas, mas diretamente pelo Netflix. Na realidade, o anúncio oficial de que sairia pelo sistema de streaming veio poucas horas antes do filme ser efetivamente lançado.

E valeu a pena? Depende, não espere um filme de terror. Ok, os filmes são bastante diferentes entre si do enredo ao ritmo e gênero narrativo, mas acredito que pelo menos os dois primeiros se aproximavam por serem facetas do terror. Em Paradoxo temos referências à Alien, o terror SciFi espacial por excelência, no entanto a forma como os eventos se desenrolam nos leva a uma aventura de ficção científica com momentos fantásticos onde a própria realidade se modifica.

A história se passa grande parte dentro de uma estação espacial que foi construída para abrigar um acelerador e partículas que deveria testar uma nova fonte de energia que poderia salvar o mundo que se afundou em completo caos. A equipe é a típica de uma estação espacial com um representante de cada país, sendo cada um deles interpretando estereótipos com pouca ou nenhuma profundidade. Destaco a protagonista Hamilton (Gugu Mbatha-Raw) a única que realmente tem um arco dramático desenvolvido e Schinidt (Daniel Brüll) que já provou ser um bom ator em diversos filmes anteriores, e aqui entrega um personagem convincente.

As referências com os filmes anteriores são discretas, mas diferente de Rua Cloverfield 10, que se sustentava de forma independente, Paradox ficaria completamente esquecido no catálogo da Netflix se o nome Cloverfield não viesse associado. No fim, ele é uma ficção científica que surpreende na inventividade dos desafios que são colocados para os personagens, mas que se perde em alívios cômicos e na tentativa de abrandar desnecessariamente a tensão.

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Lançamentos do cinema 2018 – AÇÃO E AVENTURA

Lançamentos do cinema 2018 – AÇÃO E AVENTURA

Fechando as listas dos lançamentos mais aguardados do cinema em 2018, não poderia deixar de falar sobre os filmes de ação e aventura. Tomb Raider é mais uma vez adaptado para as telonas e mais uma vez torcemos para que uma adaptação de games fique boa. Além disso temos o retorno do Predador (não considero esse filme terror, desde o início ele é muito mais de ação), o Robin Hood da década (não por ser bom, pode até ser, mas basicamente temos um a cada dez anos), The Rock quebrando tudo com um gorila gigante (menor que o King Kong, mas ainda assim grande), e muito mais

 

Tomb Raider: A Origem

O filme é a nova aposta na adaptação do game Tomb Raider e também um reboot da franquia estrelada por Angelina Jolie. A escolhida para ser a sua sucessora foi a sueca Alicia Vikander, vencedora por A Garota Dinamarquesa (2015).

Vikander interpreta a arqueóloga Lara Croft, uma mulher destemida, que decide terminar o trabalho de pesquisa de seu pai, a levando por uma luta pela sobrevivência.

Diretor: Roar Uthaug

Elenco: Alicia Vikander, Walton Goggins

Previsão no Brasil: 15 de março

 

Uma Dobra no Tempo

Os irmãos Meg (Storm Reid) e Charles (Deric McCabe) decidem reencontrar o pai, um cientista que trabalha para o governo e está desaparecido desde que se envolveu em um misterioso projeto. Eles contarão com a ajuda do colega Calvin (Levi Miller) e de três excêntricas mulheres em uma ousada jornada por diferentes lugares do universo.

Direção: Ava DuVernay

Elenco: Storm Reid, Gugu Mbatha-Raw, Chris Pine

Previsão no Brasil: 29 de março de 2018

 

Rampage: Destruição Total

Aqui, Dwayne Johnson se envereda pelo universo da adaptação de games. O filme é baseado no jogo homônimo lançado lá nos anos 80. O ator interpreta um primatólogo que cria o gorila George. No entanto, o primata é capturado para um experimento, que o transforma num ser violento, assim como outros animais. Agora, o personagem de Johnson tenta encontrar um antídoto para reverter a situação.

Direção: Brad Peyton

Elenco: Dwayne Johnson

Previsão no Brasil: 19 de abril

 

Oito Mulheres e um Segredo

A trilogia Onze Homens e um Segredo agora ganhou uma continuação, com um super elenco feminino, encabeçado por Sandra Bullock. Mas um dos colírios da empreitada original, Matt Damon, faz uma participação nessa comédia. A trama segue a mesma estrutura de Onze Homens em que oito mulheres, cada uma com uma habilidade especial, planejam um grande roubo em Nova York durante o badalado baile do Metropolitan Museum of Art.

Direção: Gary Ross

Elenco: Sandra Bullock, Cate Blanchett

Previsão no Brasil: 7 de junho

 

Missão: Impossível 6

Depois de aparecer do lado de fora de um avião na abertura de Missão Impossível: Nação Secreta, Tom Cruise promete superar as expectativas do público. Seu personagem, Ethan Hunt, conseguiu acabar com a organização terrorista Sindicato e agora está pronto para novamente salvar o mundo ao lado de sua equipe da IMF (Impossible Mission Force). As filmagens sofreram atrasos após Cruise quebrar o tornozelo ao pular de um prédio para outro. Mas isso não chegou a adiar o lançamento do longa.

Direção: Christopher McQuarrie

Elenco: Tom Cruise, Rebecca Ferguson

Previsão no Brasil: 26 de julho

 

Predador

Continuação da franquia iniciada com Arnold Schwarzenegger lá nos anos 80 mostra a criatura Predador mais uma vez em ação. Desta vez ela persegue uma cientista (Olivia Munn) e militares da Marinha.

Direção: Shane Black

Elenco: Olivia Munn

Previsão no Brasil: 2 de agosto

 

Robin Hood

O carismático Taron Egerton, que despontou no fantástico Kingsman: Serviço Secreto, é o novo ator que encarna o famoso príncipe dos ladrões. Na história, ele conhece Will Scarlett, João Pequeno (Jamie Foxx) e Lady Marian, planejando formar uma gangue, mas com o intuito de ajudar os pobres e acabar com a corrupção. O longa tem produção de Leonardo DiCaprio.

 Diretor: Otto Bathurst

Elenco: Taron Egerton, Jamie Foxx

Previsão no Brasil: 20 de setembro

 

Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald

O escritor Newt Scamander (Eddie Redmayne) ajuda Albus Dumbledore (Jude Law) no enfretammento de um agrande ameaça: Gerardo Grindelwald, vivido por Johnny Depp. Ele acredita que os bruxos são superiores aos humanos, deixando o mundo mágico bem dividido.

Direção: David Yates

Elenco: Eddie Redmayne, Johnny Depp

Previsão no Brasil: 15 de novembro

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Lançamentos do cinema 2018 – Quadrinhos

Lançamentos do cinema 2018 – Quadrinhos

Entra ano e sai ano os filmes inspirados em obras de quadrinhos parecem só crescer e o ano de 2018 promete grandes lançamentos. Se 2017 se despontou com grandes obras como Logan e surpresas como Mulher Maravilha, trouxe grandes decepções como Liga da Justiça e Thor (ok, este último não foi unanimidade).

Neste ano temos o fim de um grande arco de histórias costuradas em quase vinte filmes ao longo dos últimos 10 anos com Vingadores: Guerra Infinita. E infelizmente já sentimos o primeiro corte da faca da Disney, Novos Mutantes que poderia ser uma boa surpresa ao misturar terror ao “gênero” super-herói foi reagendado para o ano que vem, não acredito que nada de bom virá disso. Minhas apostas para o ano são Pantera Negra, Alita (será que finalmente teremos uma boa adaptação de um mangá?) e Aquaman (fazer o que? Eu gosto do personagem).

 

Pantera Negra

O super-herói do título é vivido por Chadwick Boseman, que fez sua primeira aparição em Capitão América: Guerra Civil. Ali, ele é visto vingativo quando se torna aliado do Homem de Ferro para enfrentar a equipe de Capitão América. O filme solo mostra o filho do rei de Wakanda tendo de defender sua estimada terra natal.

Direçao: Ryan Coogler

Elenco: Chadwick Boseman, Lupita Nyong’o

Previsão no Brasil: 15 de fevereiro

 

Vingadores: Guerra Infinita

Terceiro filme da franquia traz o retorno de Capitão América, Homem de Ferro e companhia. Mas agora, o elenco de super-heróis promete abalar as estruturas, contando com outros personagens da Marvel como os da franquia Guardiões da Galáxia e ainda o Doutor Estranho. O vilão da vez é o esperado gigante alienígena Thanos (Josh Brolin)

A produção promete ser a mais cara de todos os tempos, com orçamento estimado em US$ 490 milhões! Joss Whedon deixou o comando do filme para os irmãos Joe Russo e Anthony Russo. A troca promete ser bem interessante, principalmente após o que os dois apresentaram nos ótimos Capitão América 2: O Soldado Invernal e Capitão América: Guerra Civil.

Direção: Joe Russo, Anthony Russo

Elenco: Robert Downey Jr., Benedict Cumberbatch

Previsão no Brasil: 26 de abril

 

Deadpool 2

O Mercenário Tagarela, vivido brilhantemente por Ryan Reynolds, segue seu combate ao crime urbano. Tudo graças ao sucesso do primeiro longa da franquia, Deadpool. Ele arrecadou mais de US$ 780 milhões, mundialmente, e teve duas indicações ao Globo de Ouro: Melhor Filme de Comédia ou Musical e Ator de Comédia ou Musical (Reynolds).

Tim Miller, que havia dirigido o primeiro filme, acabou deixando o cargo nessa continuação. O motivo foi diferença criativa com Reynolds, que ganhou o direito de controle criativo. No lugar entrou David Leitch, que tem experiência como coordenador de dublês de filmes como O Destino de Júpiter (2015). Desta vez, o querido herói enfrenta o grandalhão com braço biônico Cable (Josh Brolin).

Direção: David Leitch

Elenco: Ryan Reynolds

Previsão no Brasil: 31 de maio

 

Homem-Formiga e a Vespa

O Homem-Formiga (Paul Rudd) retorna após o primeiro filme arrecadar US$ 519 milhões mundialmente. O divertido super-herói ainda fez uma aparição épica em Capitão América: Guerra Civil. Desta vez, a personagem Vespa (Evangeline Lilly) ganha mais espaço, explorando suas motivações e atributos como super-heroína.

Direção: Peyton Reed

Elenco: Paul Rudd, Evangeline Lilly

Previsão no Brasil: 5 de julho

 

Alita – Anjo de Combate

O longa é baseado no mangá Battle Angel Alita, de Yukito Kishiro. Originalmente, quem dirigia esse longa seria James Cameron, que ultimamente só tem olhos para sua franquia Avatar. O projeto então passou para Robert Rodriguez, que tem experiência na adaptação de quadrinhos, como visto na incrível franquia Sin City.

Cameron agora assina somente a produção. A trama se passa no século 26, no qual uma ciborgue com aptidões especiais é adotada por um cientista e passa a ser perseguida.

Direção: Robert Rodriguez

Elenco: Christoph Waltz, Jennifer Connelly

Previsão no Brasil: 19 de julho de 2018

 

Venom

Este é o primeiro spin-off do universo do Homem-Aranha e o vilão do título apareceu no longa Homem-Aranha 3. Tom Hardy foi o escolhido para encarnar Venom. Detalhes da trama ainda não foram revelados, mas sabemos que terá a participação do Carnificina e do Peter Parker.

Diretor: Ruben Fleischer

Elenco: Tom Hardy

Previsão no Brasil: 4 de outubro

 

X-Men: Fênix Negra

Nova aventura dos X-Men, que relata a transformação de Jean Grey (Sophie Turner) na Fênix Negra, um ser cósmico de imenso poder.

Direção: Simon Kinberg

Elenco: Sophie Turner, Jennifer Lawrence, Jessica Chastain

Previsão no Brasil: 1º de novembro

 

Aquaman

O super-herói atlante Aquaman (Jason Momoa) fez uma breve aparição no frustrante Batman vs Superman: A Origem da Justiça. Ele ainda deu as caras em Liga Justiça, onde estará ao lado de Batman, Mulher-Maravilha, Flash e Cyborg.

Mas a história de sua origem será devidamente contada neste filme solo. O personagem vai enfrentar monstros marinhos e terá como aliada e grande amor a rainha de Atlantis, Mera (Amber Heard).

Direção: James Wan

Elenco: Jason Momoa, Amber Heard

Previsão no Brasil: 20 de dezembro

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Lançamentos do cinema 2018 – COMÉDIA

Lançamentos do cinema 2018 – COMÉDIA

Parece que este ano não temos um catálogo tão grande de comédias, no entanto, as poucas que apareceram merecem bastante destaque. A começar pela já premiada, mas com grandes chances no Oscar, Lady Bird. Matt Damon em uma produção de “baixa” estatura com Pequena Grande Vida. E as férias do fim do ano prometendo o retorno de Mary Poppins aos cinemas, será que Emily Blunt está pronta para esse papel tão icônico?

 

A melhor escolha

Anos depois de terem levado Meadows (Steve Carell) para a prisão, os marinheiros Buddusky (Bryan Cranston) e Mulhall (Laurence Fishburne recebem uma ligação do velho amigo pedindo que ambos o ajudem a trazer para casa o corpo do filho que foi morto na Guerra do Iraque.

Direção: Richard Linklater

Elenco: Steve Carell, Bryan Cranston, Laurence Fishburne

Data de lançamento 25 de janeiro de 2018

 

Lady Bird

Uma moça se muda para o estado da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, e lá vive durante um ano. Amigos, amores e aventuras fazem parte de sua jornada em sua nova cidade.

Direção: Greta Gerwig

Elenco: Saoirse Ronan, Laurie Metcalf, Tracy Letts

Data de lançamento 15 de fevereiro de 2018 (1h 33min)

 

Pequena Grande Vida

Na cidade de Omaha, as pessoas descobrem a possibilidade de reduzir de tamanho para uma versão minúscula, a fim de terem menos gastos vivendo em pequenas comunidades que se espalham pelo mundo. Um homem (Matt Damon) aceita passar por esse processo.

Direção: Alexander Payne

Elenco: Matt Damon, Kristen Wiig, Christoph Waltz

Data de lançamento 22 de fevereiro de 2018 (2h 16min)

 

Escolha Perfeita 3

Agora formadas, Beca (Anna Kendrick), Fat Amy (Rebel Wilson), Chloe (Brittany Snow) e as demais Bella Bardens estão infelizes devido a trabalhos mal remunerados e pouco motivadores. Diante desta situação, elas decidem se unir mais uma vez como grupo a capela para participar do USO Tour, uma turnê que as levará para apresentações na Europa. Lá, elas precisam duelar com grupos musicais que privilegiam o ineditismo das canções em detrimento de novas versões de músicas já consagradas.

Direção: Trish Sie

Elenco: Anna Kendrick, Rebel Wilson, Hailee Steinfeld

Data de lançamento 8 de março de 2018 (1h 36min)

 

Pedro Coelho

Pedro Coelho é um animal rebelde que apronta todas no quintal e até dentro da casa do Mr. McGregor (Domhnall Gleeson), com quem trava uma dura batalha pelo carinho da amante de animais Bea (Rose Byrne).

Direção: Will Gluck

Elenco: Domhnall Gleeson, Rose Byrne, Sam Neill

Data de lançamento 22 de março de 2018

 

Mamma Mia: Lá Vamos Nós De Novo!

Nos anos 70, a jovem Donna (Lily James) viveu muitas aventuras com seu grupo musical “Donna & The Dynamo”, em parceria com suas amigas Tanya (Jessuca Keenan Wynn) e Rosie (Alexa Davies). Porém, mais do que isso, Donna se apaixonou e viveu relacionamentos intensos com três homens diferentes: Harry (Hugh Skinner), Sam (Jeremy Irvine) e Bill (Josh Dylan).

Direção: Ol Parker

Elenco: Amanda Seyfried, Meryl Streep, Pierce Brosnan

Previsão no Brasil: 19 de julho

 

A Volta de Mary Poppins

Rob Marshall volta a dirigir Emily Blunt e Meryl Streep após Caminhos da Floresta. Blunt é a famosa babá do título, que precisa ajudar as crianças de quem cuidou, Jane e Michael Banks, agora crescidas. Eles já têm filhos e recebem uma preciosa visita de Mary Poppins.

Direção: Rob Marshall

Elenco: Emily Blunt, Meryl Streep

Previsão no Brasil: 20 de dezembro

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