Filme | O Clube dos Cinco | Análise

Filme | O Clube dos Cinco | Análise

Texto por: Augusto Filho

Fala jovens, blz?!

Vamos viajar no tempo e falar sobre um dos filmes clássicos dos anos 80   O CLUBE DOS CINCO. A década de 80 foi responsável pelo surgimento de inúmeros filmes “adolescentes” ou high school que marcou na vida de muitas que assistiam na Sessão da Tarde. O Clube dos Cinco se destaca por apresentar esse gênero de forma um pouco diferente do que era apresentado na época. John Hughes, roteirista e diretor que marcou esse período com clássicos da comédia adolescente como Gatinhas e Gatões e Curtindo a Vida Adoidado, realizou aqui uma de suas maiores obras.

A sinopse é bem simples: cinco estudantes são mandados para a detenção, cada um representa um tipo diferente de colegial: o nerd, o esportista, o valentão, a patricinha e a garota bizarra. Passar pleno sábado dentro do colégio soa horrível, assim, tentam enganar o diretor e se divertir dentro do colégio, onde começam a compartilhar sentimentos e descobrir que, apesar de diferentes, todos eles possuem mais coisas em comum do que imaginam.

O longa tem um excelente desenvolvimento dos personagens, todos muito bem trabalhados e equilibrados. Os personagens são bastante carismáticos, onde o telespectador consegue se ver em todos aqueles jovens e simpatiza até mesmo com o “malandrão” de John Bender. (Judd Nelson , que fez uma grande atuação e roubou quase todas cenas do filme). O filme se passa no clima bem simples e divertido, interessante que os personagens deixam o ambiente bastante confortável.

A melhor cena do filme ocorre no momento em que os personagens começam um diálogo no chão da biblioteca, e o mais surpreendente: foi total improvisações dos atores, cada um falou de seus dramas, traumas e problemas com os pais, algo que era muito comum entre os adolescentes da época em que o filme foi lançado, e continuam sendo comuns até hoje passam!

Hughes escreveu o roteio em dois dias, um roteiro simples e muito bom.

O Clube dos Cinco, como já falei, é um filme simples, mas totalmente incrível, não tenho nem muito que dizer, apenas que vocês assistam. O filme já foi escolhido como um dos 500 filmes melhores filmes de todos tempo, pela revista Empire de 2008. Vou falar mais uma vez, ASSISTAM ESSE CLÁSSICO.

É isso jovens, espero que vocês tenham gostado, FLW FLWS até mais…

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Quadrinhos | Financiamentos coletivos | Projetos até 07 de Outubro/17

Quadrinhos | Financiamentos coletivos | Projetos até 07 de Outubro/17

Mais um domingo e mais projetos super interessantes no Catarse. Confira:

Salto

 

Salto é uma Fantasia Steampunk, escrito e desenhado por Raphael Câmara Pinheiro na França quando morava em Angoulême em seus estudos sobre a nona arte.

O livro conta a história de Nu, um habitante de uma cidade subterrânea onde todos são feitos de fogo. Eles vivem nessa cidade por medo da chuva que assola o mundo exterior e dependem de uma fábrica de oxigênio para manter suas chamas acesas.

Depois de testemunhar algo que não devia, Nu é obrigado a deixar a civilização e se aventurar na caverna onde descobre um segredo que pode mudar a vida de toda a cidade.

O primeiro capítulo dessa história foi publicado numa antologia na França no primeiro semestre de 2017, agora eu pretendo usar o Catarse para trazer o projeto para o Brasil.

Autores:    Raphael Câmara Pinheiro
Tamanho:  21 x 28 cm
Número de páginas: 96
Último dia: 01/10/2017
Recompensa mais básica com livro físico: R$ 40,00

Link: https://www.catarse.me/salto_steampunk?ref=ctrse_explore_featured

A Samurai – Primeira Batalha

Michiko é uma jovem que foi vendida ainda bebê para o okiya (a casa das gueixas) para ser treinada como uma delas. No entanto, seu maior sonho é encontrar a verdadeira família e, para realizá-lo, ela decide quebrar as regras da sociedade japonesa, estratificada e machista, para tornar-se uma samurai.

Nesta HQ, encontraremos uma Michiko adolescente e inexperiente, que acabou de ingressar para o exército do daimyou (senhor feudal) Toyotomi. E, antes mesmo que ela pudesse refletir sobre como agir, a samurai iniciante é colocada em uma arriscada batalha que trará consequências irreversíveis para a sua vida.

Autores:    Mylle Silva (roteiro)
Renata Nolasco, Mary Cagnin, Chairim Arrais, Má Matiazi, Jéssica Lang (Arte)
Tamanho:  15 x 21 cm
Número de páginas: 64
Último dia: 06/10/2017
Recompensa mais básica com livro físico: R$ 25,00

Link:       https://www.catarse.me/asamurai-primeira-batalha?ref=ctrse_explore_featured

As histórias mais sem graça do mundo

 

Com uma narrativa que transita entre as histórias em quadrinhos e o texto de stand-up comedy, As histórias mais sem graça do mundo aborda temas como a vida universitária, ser professor da rede pública, obesidade infantil, bullying, música, polidactilismo, trânsito, gourmetização, contos de fadas, arte contemporânea, cinema, relacionamentos, programa da Fátima, como é ser um bosta, MMORPG… Entre outros assuntos cotidianos, sempre com as piores piadas possíveis. Afinal, as piadas ruins é que são boas.

As histórias mais sem graça do mundo nasceu na página homônima no Facebook em setembro de 2016. Com tiras postadas toda segunda, quarta e sexta e textos de humor toda terça, hoje a página contém cerca de 150 000 seguidores. A proposta do projeto é reunir as melhores publicações em um livro de 144 páginas.

Autores: Edegar Agostinho
Tamanho: 15 x 15 cm
Número de páginas: 144
Último dia:  06/10/2017
Recompensa mais básica com livro físico: R$ 25,00

Link:  https://www.catarse.me/semgraca?ref=ctrse_explore_featured

Um Começo

“Um Começo” é a nova HQ de Wesley Samp. Após dez anos dedicado às tiras para internet, o autor prepara sua primeira história longa neste quadrinho inédito.

O livro utiliza personagens de sua primeira série de webtiras, Os Levados da Breca, e conta a história de Paulo, um garoto ranzinza que precisa lidar com as mudanças que ocorrem na sua rotina com a chegada de um novo vizinho.

Os Levados da Breca é a minha primeira série de tiras em quadrinhos. Publicadas na internet desde 2007, as histórias trazem, com bom humor, um olhar crítico sobre a sociedade, política e comportamento. Tudo isso sob a perspectiva de um grupo de crianças, especialmente Paulo e Wes, dois amigos com visões antagônicas sobre o mundo.

Os Levados da Breca também foram publicados em diversos livros, jornais e revistas. Em 2016 as tiras foram compiladas na coletânea impressa “As filosofias de recreio de Paulo e Wes”, indicada ao Troféu HQMIX de melhor publicação de tiras.

Autores:  Wesley Samp
Tamanho: 25 x 17 cm
Número de páginas: 40
Último dia: 06/10/2017
Recompensa mais básica com livro físico: R$ 15,00

Link:      https://www.catarse.me/loveofthedead?ref=ctrse_explore_featured

Love of the Dead

George é um zumbi que vive numa monótona horda de mortos vivos. Mas ele é um pouco diferente. Ao invés de dilacerar corpos e devorar cérebros, a única coisa que George quer é encontrar alguém para amar. Nessa busca, ele passa seus dias perambulando a procura de alguém que retribua esse sentimento. Mas um dia, George resolve dar um passo além de sua vizinhança à procura de seu grande amor. É aí que nossa aventura começa. Acompanhe nosso amigo nessa jornada cheia de amor, romance, descobrimento e, claro, miolos.

Autores: Werllen Holanda
Tamanho: 23 x 17 cm
Número de páginas: 46
Último dia: 07/10/2017
Recompensa mais básica com livro físico: R$ 30,00

Link:      https://www.catarse.me/loveofthedead?ref=ctrse_explore_featured

 

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Chapéu do Presto Especial | Velho Logan | Edições 5 a 12

Chapéu do Presto Especial | Velho Logan | Edições 5 a 12

Bem-vindos a mais um Chapéu do Presto, no programa de hoje conheça as primeiras edições da mensal do Wolverine pós Guerras Secretas. Aproveitando o sucesso do personagem criado por Mark Millar em 2008 e retomado pela Marvel na saga Guerras Secretas, a Panini resolveu lançar uma mensal com o personagem.

Não se preocupe, embora estampe na capa o número cinco, esta é a primeira edição da mensal pós Guerras Secretas. Reunindo as mensais americanas Old Man Logan com Jeff Lemire nos roteiros e, Andrea Sorrentino na arte; e All-New Wolverine, estrelando a ex X-23, com roteiros de Tom Taylor e arte de David Lopez.

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Cinema | Atômica (David Leitch) – Abençoada seja Charlize Theron

Cinema | Atômica (David Leitch) – Abençoada seja Charlize Theron


The Coldest City
 é certamente um nome mais legal que Atômicaou Atomic Blondie. A história em quadrinho de Antony Johnston e Sam Hart ganhou uma recente adaptação tendo como diretor o relativamente estreante David Leitch que conseguiu emplacar algumas de suas marcas estéticas já vistas em algumas cenas de John Wick(2014). O resultado é impressionante, apesar do filme pecar em alguns aspectos que serão descritos mais na frente.

Leitch faz parte de um seleto grupo de stunts (dublês) de cenas de ação que estão começando a se destacar como diretores ou atores, também é o caso de Sam Hargrave que interpreta James Gasciogne no filme e já dirigiu grupos de stunts em filmes como Esquadrão Suicida e Capitão América: Guerra Civil.

Esse núcleo de ação é praticamente o coração do filme, mas há também a tentativa bastante interessante de fazer um filme histórico, captar um momento de ápice da história do século XX (A queda do muro de Berlim) e as intrigas entre espiões. Tudo pode mudar em fração de segundos, e é essa Alemanha decadente que é exposta na obra.

Vendo o potencial de The Coldest CityCharlize Theron compra os direitos para adaptação e junto com David Leitch começa a trabalhar no que é hoje Atômica. O filme tem cenas que funcionam, muita boa música, uma Berlim cheia de espiões e reviravoltas, femmes fatales, soviéticos e muita ação.

A história

A agente Lorraine Broghton (Charlize Theron) está em sua banheira de água gelada numa Londres também gelada, enquanto se olha no espelho e vê seus múltiplos arranhões e roxos, se lembra do passado, do que aconteceu dias atrás. Com o amanhecer do dia ela chega num prédio em que é recebida por homens de gravata, estilosa e poderosa, entra numa sala com paredes de vidro, Eric Gray (Toby Jones) começa o relatório, ele quer saber das atividades de Lorraine em sua missão na Berlim unificada agora. Junta-se a eles o agente da CIA Kurzfeld (John Goodman).

O interrogatório funciona como a máquina narrativa dos últimos acontecimentos de Lorraine em solo Alemão. Ela é enviada até lá para recuperar a lista de todos os agentes duplos repassada por um agente desertor da STASI chamado Spyglass (Eddie Marsan). A lista é essencial para que as atividades das agências de inteligência não tenham seus operativos mortos – Acho que já vimos isso antes em Missão Impossível, não? -, desse modo Berlim é o cenário perfeito para essa ação que o filme impõe com muita música e vodka.

Ao chegar em Berlim, Lorraine já é muito bem recebida por agentes da KGB. Ao encontrar seu contato lá, o curioso agente Daniel Percival (James McAvoy) ela começa a entender que nesse ninho de ratos não dá para confiar em absolutamente ninguém. Com o passar dos dias, Lorraine vai se envolvendo numa rede de intrigas e sua vida está correndo perigo, ao encontrar a agente francesa Delphine (Sofia Boutella) ela vai ligando os pontos de uma trama que começa a ficar curiosa e ao mesmo tempo confusa.

Adaptações, ok?

Se tem uma coisa que eu aprendi nessa vida é que não podemos exigir muito de adaptações pois os universos da arte são bem diferentes e amplos. Se algo funciona no desenho, pode não funcionar no cinema ou na televisão, é preciso ter em mente qual é o público alvo. No caso de Atômica, sabemos bem quem é o público alvo por causa de toda a estética do filme. Estamos diante de uma violência moderada que tem seus picos em momentos corretos, temos cenas que funcionam de uma forma bastante deslumbrante e temos personagens não tão bem construídos.

Se na Graphic Novel as coisas funcionam de um modo mais lógico maximizando os diálogos e minimizando a ação, no caso do filme não é o mesmo caso, por justamente ser uma mídia diferente. Mas nem sempre isso é tão ruim, chega um momento de nossas vidas que temos maturidade para entender que uma coisa é completamente diferente da outra. No caso de Atômicaessas mudanças são necessárias e temporais. Exemplos: Na adaptação é uma agente francesa, na HQ é um agente francês. Na adaptação Percival é novo, na HQ já é velho. O machismo de Percival é evidente nos dois casos.

Vale lembrar que a editora Darkside Books acabou de lançar a revista no seu novo selo de quadrinhos. Quem não conhece vale a pena conferir.



Então, vale a pena?

A experiência dentro da sala de um cinema é sempre empolgante por diversos motivos. Conferi o filme na UCI Kinoplex no Shopping Iguatemi Fortaleza no sábado e valeu muito a pena o ingresso. Atômica é o tipo de filme que lhe mistura diversos sentidos e é importante ficar atento aos detalhes. Se o sucesso de bilheteria realmente for alcançado talvez uma continuação esteja nos planos de Theron e Leitch, não seria de todo ruim ver a loira mais atômica do cinema de volta a ação alguns anos depois dos eventos desse filme, que tem no seu final em relação a HQ um gancho incrível para uma sequência.

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Quadrinhos | Astro City – A Cidade dos Super-Heróis

Quadrinhos | Astro City – A Cidade dos Super-Heróis

Nesta semana, trago a todos uma interessante série mensal de quadrinhos que inova na forma de tratar super-heróis. Com roteiros de Kurt Busiek, desenhos de Brent Eric Anderson e capas de Alex RossAstro City foca suas histórias em, ora pequenos contos, ora em um conjunto de edições, sobre a vida de heróis, vilões, super grupos, ou simplesmente do cidadão comum que vive em uma cidade povoada por supers.

A série foi lançada entre 1995 e 2010, e passou por diversas editoras: ImageHomage Comics, uma subdivisão da Wildstorm e, finalmente, a própria Wildstorm depois de ser incorporada à editora DC Comics.

Como mencionado acima, esta série conta diversas histórias de personagens que moram na cidade de Astro City. Conhecida por ter a maior concentração de pessoas super poderosas por metro quadrado, ela se tornou a Meca dos super seres por ser a residência do primeiro super-herói público: Air Ace, um veterano combatente da Primeira Guerra Mundial. Embora extremamente importante, este personagem é apenas um gancho para explicar o motivo da centralização de meta-humanos.

São, principalmente, dois grupos de histórias. As primeiras que foram lançadas entre 1995 e 2005 e se concentram principalmente no presente e, nos dois arcos seguintes, personagens apenas mencionados são melhor explorados em Dark Age, que se passa na década de 1970.

Astro City e seus criadores ganharam uma série de prêmios Eisner e Harvey, dos quais eu destaco: em 1996, nos dois eventos, ganhou Melhor Nova Série, em 1997 e 1998 ganhou o Eisner de Melhor Série Continuada, Harvey de Melhor série continuando ou limitada em 1998. Além de ter edições avulsas e republicações em encadernados, também recebendo diversos prêmios.

A série, que já teve 58 edições, entre especiais e mensais publicados nos EUA, no Brasil, teve apenas metade das edições publicadas nas editoras PandoraPixel e Devir. Embora as histórias tenham certa interdependência, a forma completamente errática impossibilita acompanhar mais a fundo a vida dos moradores de Astro City. A editora Pixel até teve uma tentativa louvável ao começar com a primeira edição do segundo volume da série intituladoBem-Vindo a Astro City, um verdadeiro cartão de entrada para o leitor que acompanha um novo morador da cidade, onde nos são apresentadas as principais personalidades, eventos e origem da cidade. Infelizmente, o fim prematuro desta editora acabou nos deixando órfãos da cidade.

Nos EUA, a revista não foi cancelada por falta de vendas, mas por problemas de saúde de Busiek, o fim do selo Wildstorm e o reboot da DC. No início do mês de março deste ano, Kurt Busiek garantiu que Astro City retornará às bancas a partir de junho. Para alívio dos antigos fãs, mesmo saindo pela DC, ela não participará do reboot ou de qualquer uma das 52 Terras. Resta-me apenas fazer o apelo que sempre faço ao fim de cada texto. Quem estaria interessado em publicar esta, diversas vezes premiada, série de quadrinhos?

ATUALIZAÇÃO – a matéria foi originalmente publicada em 2013, e até então esse era o cenário de Astro City no Brasil e nos EUA. Nesse mesmo ano Kurt Busiek retornou ao título e ainda temos material inédito sendo lançado, atualmente com 14 encadernados completos. A Panini, e sua cruzada por retomar títulos descontinuados por outras editoras republicou os primeiros seis volumes intercalando com a produção mais recente, de forma que chegou a lançar do 1 ao 6, o 9 e 10. Infelizmente devido à vendas insatisfatórias o título foi colocado mais uma vez na geladeira.

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Chapéu do Presto Especial | Poderosa Thor 1 – 5

Chapéu do Presto Especial | Poderosa Thor 1 – 5

Bem-vindos a mais um Chapéu do Presto, no programa de hoje vou apresentar brevemente a fase mais recente da Thor da Marvel. Sim, A Thor, desde 2015 que o filho de Odin deixou de ser digno do martelo Mjonir e uma nova (nem tão nova assim) personagem assumiu a responsabilidade de proteger os dez reinos. Com a identidade revelada pouco antes das Guerras Secretas, com vocês, Jane Foster.

Com roteiros de Jason Aaron, que já vem escrevendo o deus Viking desde 2012, arte de Russel Dauterman e cores de Matthew Wilson.

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