Chapéu do Presto Especial – Pantera Negra

Chapéu do Presto Especial – Pantera Negra

Bem-vindos a mais um Chapéu do Presto especial, no programa de hoje não poderia deixar e falar sobre o início da temporada de filmes sobre personagens de quadrinhos nos cinemas, estou falando de Pantera Negra. Dirigido por Ryan Cogler, que surgiu com Creed em 2015, e estrelado por um elenco de peso como Chadwik Boseman, Michael B.Jordan, Lupita Nyong’o, Martin Freeman, Forest Whitaker, Andy Serkins e muitos outros.

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Chapéu do Presto Especial – Liga da Justiça da América Renascimento

Chapéu do Presto Especial – Liga da Justiça da América Renascimento

Bem-vindos a mais um Chapéu do presto, no episódio de hoje quero falar sobre a nova mensal da Dc que a Panini lançou nas bancas, mais um título quinzenal dos EUA, mais um título da Liga da Justiça: Liga da Justiça da América. Com roteiros de Steve Orlando e arte de toda a equipe da editora.

Lançada originalmente no início de 2017, aqui temos a tentativa de emplacar mais uma série da Liga da Justiça na esperança de aproveitar o hype do filme que viria no fim do ano. O filme não foi aquelas coisas, e pelo menos nisso essa série é coerente, ela também não é grande coisa.

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Ghost in the Shell 2.0

Ghost in the Shell 2.0

Bem-vindos mais uma vez ao Fantasma da Máquina, ainda acompanhamos Motoko, mas agora se abrigando em um novo corpo. Passado pouco mais de quatro anos, após os acontecimentos do primeiro volume, Ghost in The Shell parece ter saído daquele ambiente ciberpunk / noir em direção a um cenário com tecnologia mais limpa. Uma mudança de tom que acompanhou as transformações do nosso mundo, pois enquanto o primeiro volume havia sido lançado em 1991, e recebia grande influência da produção cultural e do momento político da década de 1980. Ghost in the Shell 2.0, fora lançado no Japão dez anos depois, em 2001, período em que muita coisa havia mudado, novas concepções de futuro surgiram, e ainda mais cínicas que as anteriores, os problemas sociais ainda existem, mas agora vem maquiados com uma bela roupagem.

A história começa com um prólogo bastante confuso, em algo que parece se um centro religioso. Acompanhamos a discussão sobre uma fusão de alma que Motoko teria passado e a apresentação de Tamaki Tamai, uma investigadora mediúnica. Em seguida passamos para algum lugar no meio do oceano onde Motoko espera por diretrizes de uma nova missão. Nesse ponto. Conhecemos uns seres bizarros que parecem Minions tecnológicos auxiliando a protagonista, parecem ter uma função de alívio cômico, mas apenas os achei bobos.

Hackeamento de cérebros humanos, banco de órgãos em porcos, vida eterna dentro do espaço virtual. O segundo volume de Ghost in The Shell extrapola os limites da edição clássica ao sublimar a ação que não se passar mais em nossa realidade, mas no cyberespaço. Por um lado, deu uma dinâmica completamente diferente e interessante, por outro não consegui me envolver tanto quanto antes. A história exige do leitor uma atenção ainda maior, pois todos os pequenos casos vão se interligar à investigação principal, no entanto essas ligações não são muito claras e vemos Masamune se perdendo nos conceitos que ele próprio apresentou.

A arte me deixou com sensações conflitantes. O traço e a colorização, que foram feitos em grande parte do volume são muito bonitos, e me lembraram muito uma animação, possuem estratégias interessantes para resolver elementos que se passam no mundo virtual. No entanto, o excesso de recursos digitais acabou incomodando, tanto no design de alguns objetos do cenário ou dos robôs virtuais, os que eu chamei de minions soaram bem falsos. Parece em alguns momentos que o artista estava experimentando pela primeira vez as layers do Photoshop e, ao invés de trazer dinamismo e realismo, incomodaram.

Mas o pior na arte não é o excesso de recursos digitais, mas sim a forma como são retratadas as personagens femininas ao longo do mangá. Há uma hipersexualizacao completamente desnecessária, desde o design dos corpos, que parecem Barbies peitudas, até as roupas, ora no estilo “pintura corporal” de tão colocada, ora roupas extremamente recortadas com o único intuito da exposição, quase um softporn. Sem falsos moralismos, mas a forma como o autor retrata as personagens não tem nenhuma função para a trama, é meramente exploração do corpo feminino. Talvez se tivesse se preocupado mais com o roteiro, a revista teria sido muito melhor.

 

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Chapéu do Presto Especial – Monstress

Chapéu do Presto Especial – Monstress

Bem-vindos a mais um Chapéu do Presto especial, no episódio de hoje quero falar sobre o lançamento da editora Pixel, pois é a editora que deveria se chamar Phoenix volta mais uma vez das cinzas, agora com a série Monstress da Image. Com roteiros de Marjorie Liu e arte de Sana Takeda.

https://youtu.be/THjWIvlVEkc

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Chapéu do Presto (S04E03)  As revistas da Panini poderiam ser menos caras?

Chapéu do Presto (S04E03) As revistas da Panini poderiam ser menos caras?

Bem-vindos a mais um Chapéu do Presto, no programa de hoje estou com o Lucas para conversar um pouco sobre os preços de capa praticados pela Panini. Muitos já falaram sobre o assunto, então decidimos pensar em alternativas, como as revistas poderiam ser mais barata? Por que elas encareceram tanto em tão pouco tempo? Qual o papel da Panini no mercado nacional? Qual a função das revistas mensais e dos encadernados? As revistas de super-heróis são voltaras para qual público?

 

https://youtu.be/lhFPyRyvQ7E

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