BICHASNERD S03E03 – SE ESSA ESCOLA FOSSE MINHA

BICHASNERD S03E03 – SE ESSA ESCOLA FOSSE MINHA

Os tempos de escola podem ser difíceis para qualquer pessoa. Lá, acumulamos não só conhecimento, mas amigos e lembranças… E algumas dessas lembranças podem não ser muito agradáveis.
Quando se é uma criança ou adolescente LGBT as coisas podem ser muito piores. Bullying, perseguição por parte do corpo docente, incompreensão dos pais: se a via de um adulto LGBT já é complicada, a de uma criança pode ser um inferno. Literalmente.
Pensando nisso, e em suas próprias experiências, Letícia Leotti e Fillipe Marcelino, ambos de Brasília, formados em Publicidade e em Jornalismo, respectivamente, produziram para seu TCC um documentário que põe em pauta o papel da escola na questão da violência que estudantes LGBT’s sofrem no ambiente escolar. O resultado é um vídeo revelador que nos faz repensar nossa visão sobre a vida na escola. E é com eles que conversamos hoje.
Então se prepare para apertar o play! Você vai reviver muito dos seus tempos como aluno…
Como nunca é demais pedir, abaixo do player você pode assinar nosso feed e fazer download do episódio. Aproveita e curte nossa página no Facebook pra não perder nenhuma novidade! E não deixa de comentar, opinar e sugerir. Conte pra gente como foi sua experiência estudantil!

Neste episódio:
Se Essa Escola Fosse Minha (YouTube)
Se Essa Escola Fosse Minha (Facebook)

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BICHASNERD S03E02 – TRANSISTORIZADA + EPISÓDIO BÔNUS

BICHASNERD S03E02 – TRANSISTORIZADA + EPISÓDIO BÔNUS

É um unicórnio? É um arco-íris? Não! É o podcast mais glamoroso, viado e afeminado da rede mundial de computadores: O BichasNerds tá de volta!!
Gritoooo!!

Eu sei, eu sei… Demorou um pouco. Mas a gente precisava arrumar a casa e colocar as coisas no lugar. Aproveitamos para ficar de cara nova e melhoramos tudo que pudemos para fazer valer a espera, não só de vocês, mas a nossa também! Afinal, a gente adora fazer esse trabalho…

Sem mais delongas, para este retorno triunfal preparamos dois episódios especialíssimos! No primeiro, conversamos com o psicólogo Thomaz Rocha – integrante do elenco do Tapioca Mecânica – sobre a famigerada liminar de um juiz de Brasília que autoriza psicólogos a conduzir “tratamentos de reversão sexual”. Sim! Foi polêmico, é estranho, é um embuste, mas aconteceu… E a gente precisava falar sobre esse assunto com um especialista.

Mas, pra não dizer que não falamos de flores, o outro episódio é uma entrevista linda com uma convidada mais linda ainda com quem nós literalmente amamos conversar! Trouxemos pra vocês conhecerem um pouco mais a cartunista Luíza Lemos, que usa seus quadrinhos, publicados na página dela no FaceBook, para falar sobre sua própria transição de gênero. Foi um papo realmente maravilhoso!

**Sobre isso, queremos pedir sinceras desculpas à nossa entrevistada. A Luíza tinha um projeto no Catarse, e nós inclusive anunciamos o financiamento coletivo no podcast, no entanto, o atraso na entrega do site acarretou também no atraso do lançamento do podcast, que por sua vez, infelizmente, não alcançou a data de término do crowdfounding… Sentimos muito por isso e esperamos recompensá-la logo que possível!

Pra quem nos ouve pelo feed, ele está de volta. Basta clicar no link abaixo do player. Também é possível fazer o download bem do ladinho. Ou você pode ouvir sem sair daqui, apenas apertando o play. Não deixe curtir nossa página no FaceBook e de comentar o que você achou aqui embaixo! Eu tava morrendo de saudade! E você?

Neste episódio: Página da Transistorizada.

 

 

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Cinema | Wonder Woman | Toda a glória que um filme de herói deve ter

Cinema | Wonder Woman | Toda a glória que um filme de herói deve ter

Finalmente se encerra uma longa jornada de espera: chega aos cinemas o filme do maior ícone feminino dos quadrinhos, a Mulher-Maravilha.

Uma espera tão longa não poderia resultar em outra coisa que não fossem as altas expectativas em torno do filme e em como poderia ser retratada essa tão complexa personagem. É difícil falar sobre Diana. Difícil no sentido de que, por si só, a amazona se compõe de um paradoxo, ela é uma guerreira que almeja a paz e não medirá esforços para consegui-la – mesmo que, para tanto, ela precise entrar em guerra. Esse filme conseguiu nos colocar no cerne da personagem e entender que a maior de suas armas para vencer uma guerra é sua imensa capacidade de amar.

Aqui conhecemos a origem da Mulher-Maravilha. Uma criança criada em meio a uma cultura de mulheres lutadoras, que treinavam dia e noite esperando que seu destino fosse cumprido: derrotar o mal para o qual os deuses as criaram. E Diana permanece como uma criança por um longo período da película. Não como uma criança em sua forma física, mas com o ideal de humanidade e com a pureza de visão que só mesmo uma criança poderia ter. Diana acredita no bem, na caridade, na empatia… Ela acredita! E é por isso que ela luta!

Uma fotografia belíssima e coreografias que me fizeram saltar da cadeira! As cenas de luta são milimetricamente orquestradas. E um laço da verdade que produz um efeito de cenografia que deixou meus olhos mareados. Wonder Woman é tudo que uma produção de ação pode ser: é ágil, extasiante, de tirar o fôlego!  Mas também é mais do que isso!

Uma mensagem linda que deveria ser vista por todo o mundo! Um posicionamento que te inspira a fazer o que é certo, a trabalhar pelas pessoas, pelo bem delas. Que te inspira a não tomar a posição de inércia. Que te diz que você tem que fazer algo quando algo precisa ser feito, quando ninguém mais poderia fazer. Diana é determinada, mas não é prepotente. É valente, mas não é uma valentona. É corajosa, verdadeira, se faz ouvir em um mundo onde são os homens que mandam e que se sentem ofendidos pela sua simples presença em uma sala de reunião. Diana não se cala. Mas ainda assim, ela é humilde.

Eu saí mareado da sala de cinema. Não só por ser fã, mas por ver um trabalho tão respeitoso com relação ao que já foi escrito sobre a personagem. O filme bebe de fontes como a origem de Marston, a de Pérez, a de Azzarello e mesmo a da animação de 2009 (a luta final tem fortíssimas referências a esta última). E Gal Gadot está perfeitíssima. Suas expressões, seu sotaque, a entonação que dá ao texto, tudo nela transpira a Mulher-Maravilha das páginas dos quadrinhos.

Ressalvas? Sim, algumas… Uma certa obviedade no mistério sobre a identidade do vilão e alguns detalhes, mas nada que valha citação. O ingresso valeu cada centavo. A espera valeu cada hora. Wonder Woman é o melhor filme de herói que já vi desde que comecei a ver filmes de heróis. É uma história que te faz pensar no porquê de os heróis existirem. E que te responde sem deixar nenhuma dúvida. Heróis existem para nos inspirar!

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BICHASNERD S03E01 – MOONLIGHT

BICHASNERD S03E01 – MOONLIGHT

Queridos e queridas: pra quem estava com saudades e também pra quem não estava, estamos de volta! Barulho de palmas, por favor!

Depois desse hiato gigante que prometemos não acontecer novamente, o BichasNerd ressuscita no seu feed abrindo essa temporada falando do melhor filme de 2016 segundo a academia e segundo nós também: Moonlight!

No elenco do episódio estão Drigo Menezes, Thom, José Neto, nosso amadíssimo P.A. Rodrigues – que esteve ausente a segunda temporada quase inteira e, claro, eu, Gambit Dance, esse host belíssimo, saradíssimo e dono de uma humildade estrelar (#sqn).

Então não vamos perder tempo! Aperta o play logo e curte esse episódio de retorno que tá só lacração! Pra essa temporada preparamos convidados incríveis, jogos emocionantes e muita, mas muita polêmica, porque somos dessas!

Não esquece de assinar nosso feed e curtir nossa página no Facebook. Tem link aqui pra Dropbox e pra 4Shared. Eu estava morrendo de saudades e tô muito feliz por ter voltado, mas vou ficar mais feliz ainda se você nos recomendar pros seus amigos e/ou colocar a gente “acidentalmente” no feed de quem ainda comete o pecado de não nos assinar.

Download

 

Grande abraço e até o próximo episódio!!

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BICHASNERD S02E19 – NETFLIX E BYE BYE!

BICHASNERD S02E19 – NETFLIX E BYE BYE!

Tá chegando o fim do ano e a hora da despedida também… Mas, como dizia o outro, não entrem em pânico! A gente termina essa temporada com um assunto que (quase) todo mundo ama: Netflix!

Os principais seriados, indicações do que ver, como a empresa chegou onde chegou, tá tudo aqui! E, claro, nossos agradecimentos a vocês que fazem da gente o que a gente é: esse podcast colorido, diversificado, alegre e cheio de esperança de que as coisas venham a melhorar e de que o mundo seja cada vez mais um lugar melhor pra nós: LGBT’s, negros e negras, mulheres, classes sociais menos favorecidas, enfim…

Este que vos escreve e toda a equipe do BN, deixamos aqui os votos de um ótimo fim de ano, um réveillon cheio de alegria, saúde, dinheiro e sexo – porque é bom a gente gosta, né?
A edição desse episódio foi nosso querido Drigo quem fez. A arte ficou por minha conta. Pra nos ouvir, basta fazer o de sempre: assinar o nosso feed. Ou tem link pro DropBox aqui, pro 4Shared aqui, ou basta dar o play aqui em baixo. Também temos a fanpage no Facebook.

[ Download ] [ Assine nosso feed ] [ iTunes ]

Antes de dizer adeus eu gostaria de deixar registrado um agradecimento especial que eu deveria ter feito na gravação, mas acabei esquecendo: um muitíssimo obrigado aos meninos que fizeram desse ano um ano melhor e mais gostoso pra mim, uma dupla que fez esse projeto caminhar junto comigo (e eu junto com eles), duas pessoas sem as quais tudo seria mais difícil: Drigo Menezes e Thomas Grotto, obrigado por toda dedicação, tempo, ideias, contribuições, pelas discussões que me engrandeceram, pela sua doação, compreensão e por todas as vezes que discordamos. Eu sou louco por vocês e quero que nossa parceria dure mais dois, dez, cem anos se for possível!

A quem nos ouve, ano que vem estaremos de volta com muitas novidades! Nos aguardem e que Hera os proteja!!

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